domingo, 22 de outubro de 2017

A 3 plataformas do 'Estado da arte'

AS 3 PLATAFORMAS DO ‘ESTADO DA ARTE’

1. Estado da Arte
Blog hospedado no site do ‘Estado’ com 50 postagens por mês com mais de 20 colaboradores recorrentes aborda temas atemporais e do noticiário
2. O Cânone em Pauta
Programa de rádio em formato de podcast transmitido online reúne sempre três pesquisadores a fim de explorar assuntos de forma aprofundada porém acessível
3. O Grande Teatro do Mundo
Repositório de textos clássicos de todos os tempos, servindo de material de apoio e paradidático para que o leitor se aprofunde nos temas abordados

Um Espaço de Resistência na internet

UM ESPAÇO DE RESISTÊNCIA NA INTERNET

O jornalismo cultural, o debate de ideias e a divulgação da produção acadêmica ganharam um valioso espaço na internet com o novo site do Estado da Arte. Capitaneado por Eduardo Wolf e Marcelo Consentino, o projeto consiste em uma plataforma cultural que investe na abordagem multimídia para discutir arte, filosofia, política, religião e temas de relevância social e cultural inquestionável.
Mantido desde setembro de 2016, o Estado da
Arte é um dos blogs do site do Estado, onde também é hospedado o podcast cultural O Câno
ne em Pauta. A partir dessa semana, todas as atividades estarão concentradas em um endereço único, com mais autonomia para destacar programas e textos em suas plataformas.
“Não se deve rebaixar ou vulgarizar o padrão da conversa cultural em nome de alcançar um público maior”, afirma Wolf, cuja formação em filosofia grega clássica não o impede de falar em termos simples e defender uma produção intelectual acessível e livre de tecnicismos. “A universidade ficou viciada em tratar dos temas com hermetismo, excesso de jargões e citações”, lamenta ele, que faz uma ressalva: “Isso não quer dizer que a universidade brasileira não tenha uma excelente produção.”
É justamente para lançar luz sobre esse tipo de trabalho acadêmico que Wolf e Consentino criaram o Estado da Arte, com o intuito de provocar discussões abalizadas sem restringir o público a acadêmicos.
O projeto do Estado da Arte, agora patrocinado pela CPFL, se espraia em três frentes principais que dialogam entre si: um blog, um podcast e um acervo de textos clássicos. O Estado da Arte
– O Cânone em Pauta é um podcast quinzenal, com perspectiva de se tornar semanal, que promove debates com profundidade, mas sem pedantismo. A inspiração vem de um programa da BBC, In Our Time, que é apresentado pelo jornalista e escritor inglês Melvyn Bragg. Consentino desempenha a função de mediador da conversa, pois em cada episódio convida três estudiosos do assunto em questão.
“Nós queremos, sim, falar sobre tudo. Mas quem fala não somos nós, e sim os especialistas que estudaram aqueles assuntos durante toda a vida, com instrumental, com repertório conceitual”, argumenta Consentino, que é formado em direito com especialização em filosofia da religião e defende um conceito abrangente de cobertura cultural, não dependente apenas da agenda de lançamentos de entretenimento, mas também contextualizando a história da cultura e “aliando jornalismo e educação”.
O Grande Teatro do Mundo é um site que funciona como repositório de textos clássicos ou canônicos sobre os temas abordados pelos podcasts ou pelo blog, com material de apoio, para- didático, trechos de obras essenciais, escritos de grandes autores e todo tipo de “fontes primárias que, se não estão sendo, deveriam ser usadas em salas de aula”, na opinião de Consentino. Ele explica que a finalidade desse site, com cerca de uma nova postagem a cada dois dias, é “montar uma grande enciclopédia de temas abordados por especialistas de hoje ou protagonistas das respectivas épocas”.
O último porém não menos importante tentáculo do tripé do Estado da Arte é o blog em si, que conta com mais de 20 colaboradores recorrentes, sendo que alguns escrevem com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, e outros atuam pontualmente. No geral, o blog tem entre uma e três novas postagens diariamente, com uma média de 50 textos por mês, analisando não só assuntos do momento, discussões motivadas pelo noticiário, como também temas atemporais que podem, porventura, contribuir para a compreensão da atualidade, “fugindo do ambiente ‘caça-clique’ e de guerra ideológica”, segundo Wolf. “Queremos incentivar formadores de opinião dentro dos mais variados nichos da sociedade”, conclui Consentino.
Plataforma cultural ‘Estado da Arte’ reúne textos canônicos de grandes autores, podcasts com discussões embasadas e blog ensaístico no site do ‘Estado’

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

As crises e a economia

IMPORTANTE POR ENSINAR AS FASES DA CIÊNCIA DA 
ECONOMIA

Entre acadêmicos, há um questionamento sobre tudo o que havíamos nos acostumado a chamar de 'ortodoxia


18 Outubro 2017 | 05h00


O evento mais interessante das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial na semana passada não ocorreu nem no FMI, nem no Banco Mundial. A conferência com mais conteúdo aconteceu no Peterson Institute for International Economics, onde trabalho como pesquisadora-sênior. Tratou-se de discutir, durante um dia e meio, os problemas da macroeconomia e da política macroeconômica com alguns dos mais importantes acadêmicos e gestores de política econômica do mundo.



Desde a crise de 2008, alguns economistas têm se dedicado à difícil tarefa de entender por que a profissão falhou de modo tão espantoso. Mas não é a primeira vez que isso acontece. Grandes crises econômicas sempre suscitam reflexões e mudanças transformadoras nessa ciência tão inexata. A Grande Depressão dos anos 30, por exemplo, trouxe a chamada “Revolução Keynesiana”, a preocupação com os processos desestabilizadores e a atenção ao papel fundamental das políticas de estabilização da demanda. Perguntavam-se os economistas se choques aparentemente temporários poderiam afetar a economia de forma permanente quando intermediados pelo sistema financeiro – mecanismo de propagação e amplificação por excelência. A economia era vista como um sistema complexo, capaz de retroalimentar processos desestabilizadores, necessitando, portanto, da intervenção do governo para estancar sangrias.

Essa visão permaneceu mais ou menos intacta até o pós-guerra, quando começou a despontar a chamada “Revolução Neoclássica”, que enxergava no livre funcionamento de mercado – sem interferências indevidas do governo por meio da regulação – e na presumida racionalidade dos agentes econômicos as características fundamentais das economias então “modernas”. A visão de que a economia era na verdade um sistema capaz de se autorregular e autoestabilizar ganhou força após a segunda grande crise global, a estagflação dos anos 70 causada pelos choques do petróleo e por respostas equivocadas de política econômica.



A experiência após a Grande Estagflação, com a moderação inflacionária e o crescimento sustentado – o período que ficou conhecido como a Grande Moderação – levou os economistas a formarem visão mais benigna sobre as flutuações econômicas e sobre os mecanismos de autoestabilização da economia. Regras simples para a política econômica passaram a dominar o debate, assim como os modelos sofisticados com agentes racionais e mercados razoavelmente eficientes. O problema é que os modelos de ponta usados por parte relevante da profissão foram incapazes de dar conta da crise de 2008


Desde a Grande Recessão associada à crise financeira de 2008, economistas vêm tentando buscar novas formas de abordar a macroeconomia e a política econômica. A crise derrubou, tal qual ocorrera nos anos 30, a ideia de que a economia é um sistema que se autoestabiliza, que está sempre caminhando para um equilíbrio mais ou menos previsível desde que a política econômica não atrapalhe. Predomina, hoje, a ideia de que além de complexo, o binômio economia-sistema financeiro possui não- linearidades difíceis de incorporar nos modelos sofisticados, porém lineares, utilizados pela profissão.


Busca-se uma nova forma de pensar a macroeconomia, levando em consideração o fato de serem os agentes econômicos – firmas, consumidores, governo – entidades e indivíduos marcados pela racionalidade limitada, ou pela irracionalidade previsível na tomada de decisões, tal qual revelou a pesquisa do vencedor do Nobel de Economia desse ano, Richard Thaler. Entre acadêmicos e praticantes, há um profundo questionamento sobre tudo o que havíamos nos acostumado a chamar de “ortodoxia”.


Infelizmente, essas reflexões ainda não chegaram ao debate público brasileiro. Das poucas vezes em que alguém tentou trazer para a discussão nacional algo do que se conversa fora do Brasil – os artigos e o livro de André Lara Resende sobre juros e moeda, por exemplo – argumentos foram sacrificados no altar da polarização e da ideologia.


Para os interessados, o debate global passa por momento especialmente rico e fascinante. É desalentador que ele continue tão distante do Brasil.


*ECONOMISTA, PESQUISADORA DO PETERSON INSTITUTE FOR INTERNATIONAL ECONOMICS E PROFESSORA DA SAIS/JOHNS HOPKINS UNIVERSITY





terça-feira, 17 de outubro de 2017

Reutilizando a borra de café em casa, de 10 maneiras diferentes

Reutilize a borra de café na sua casa, de 10 maneiras diferentes

  • atualizado: 
borra-de-café
A borra de café, aquela que fica no fundo do coador todas as manhãs, é uma riqueza, especialmente em antioxidantes (veja este estudo da Universidade de Navarra sobre o conteúdo de ácidos cafeoilquinicos que são ácidos fenólicos contidos em várias plantas e que possuem importante ação antioxidante).
Segundo essa pesquisa, a quantidade de borra de café que se produz, no mundo, é bastante significativa para que se busquem alternativas ao seu uso mais racional: " são gerados a cada ano cerca de 20 milhões de toneladas de resíduos de consumo de café. Destes, a maioria acaba no lixo."
Mas, esses são usos industriais os propostos porém, você em sua casa também pode se aproveitar das qualidades da borra do seu cafezinho diário em várias coisas: para limpeza da casa, para tratar a sua pele, para adubar suas plantas e melhorar a qualidade do composto orgânico da sua composteira. Aqui vamos falar das utilidades da borra de café em casa.
foto

Reutilização da borra do café em sua casa

A borra de café pode ser guardada, depois de seca, é usada para muitas coisas boas como:

1. Tingir tecidos naturais

A maneira de se fazer a tinta está muito bem explicada aqui.

2. Pintar paredes

Para fazer a tinta de parede a técnica é a mesma que se usa para fazer tinta de terra, misturando com cola branca (a cascorex dá bom resultado) e água.

3. Tirar a graxa ou tinta das mãos

Misture com sabão em pó e esfregue nas mãos.

4. Afastar formigas

Cola com borra de café, bem grossa, passada nos lugares por onde as formigas entram em casa. A formiga faz um carreiro, caminho, preferencial então, você vai, simplesmente, interceptar este caminho.

5. Limpar lareira

Aí você deve usar a borra úmida do café, espalhada sobre as cinzas.

6. Evitar ferrugem

Ponha saquinhos de borra seca de café espalhados pelos locais úmidos onde possa ocorrer ferrugem. E troque os saquinhos de tanto em tanto. A borra seca de café absorverá a água excedente, que causa a ferrugem, e também os cheiros ruins que ficam nesses lugares.

7. Limpar a sujeira mais difícil

A borra de café, junto com água ou sabão líquido, funciona como adstringente e ajuda na limpeza de superfícies engorduradas ou com sujeira grudada.

8. Polir móveis

A borra de café misturada com água morna, fazendo uma pasta cremosa, é muito boa para polir móveis de madeira escura que estejam riscados ou sujos.

9. Desodorizante de ambiente

Um pote com borra seca de café é muito útil para tirar os maus cheiros do banheiros, da geladeira, da sala onde se fuma, e até do seu carro. Mas, troque de vez em quando porque isso não é milagre eterno e sim propriedade de absorção de odores.

10. Desentupir a pia e limpar os canos

Uma última dica, que me foi recordada pelo leitor Alf Oet, a quem agradeço, é o uso da borra de café na limpeza dos ralos e canos da pia da cozinha, do duche do banheiro, do tanque, enfim, de onde você acredite que precisa ser limpo. Basta jogar um bom punhado de borra de café cano abaixo, e abrir a água.
A borra é adstringente, ajuda a remover a gordura e restos de sabão que ficam grudados e é levemente abrasiva. Com a pressão da água se faz a limpeza (eu uso esse sistema em casa, pelo menos uma vez por semana e dá muito bom resultado). Não há risco de que o cano se entupa pois a borra de café não se aglutina, segue seu caminho com a água. Experimente.
E assim você poderá dar uma segunda utilização nobre às borras de café que a sua casa produz, sem jogar fora essa que é uma riqueza.
Ter uma vida mais sustentável é reduzir resíduos, lixo e até as compras. Quanto menos compramos, menos lixo produzimos.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Cabo submarino ligando Brasil aos EUA terá capacidade de 7 Tb/s

Cabo submarino que liga Brasil aos EUA terá capacidade de 72 Tb/s



17 semanas atrás
As rotas de conexão internacionais poderão ficar mais rápidas com um novo cabo submarino que liga o Brasil aos Estados Unidos. O Seabras–1, construído por Seaborn Networks e Alcatel-Lucent Submarine Networks, é composto de seis pares de cabos de fibra ótica e terá capacidade inicial para transportar dados a 72 terabits por segundo.A instalação do cabo submarino foi concluída, segundo o Telesíntese, com 125 repetidores de sinal ao longo de 10,8 mil quilômetros no Oceano Atlântico. De um lado está a cidade de Nova York; do outro, Praia Grande (SP), onde a rede é interligada a datacenters na região metropolitana de São Paulo.

Haverá ainda ramais em Fortaleza, Rio de Janeiro e Saint Croix, no Mar no Caribe. A empresa também planeja uma futura extensão, o ARBR, que liga Praia Grande a Las Toninas, na Argentina, próxima à capital Buenos Aires. Além disso, o Seabras–1 poderá ser utilizado para construir uma rota alternativa entre África do Sul e Estados Unidos.
Diz a Seaborn Networks que o Seabras–1 permitirá “velocidades ultra rápidas” e “latências ultra baixas”, com 106,62 milissegundos de latência entre Brasil e Estados Unidos. Além disso, o cabo submarino não passa pelo estado americano da Flórida, que é castigado por furacões com frequência.
A expectativa é que o cabo submarino comece a funcionar no segundo semestre do ano. O investimento foi de US$ 500 milhões.

Sistema de cabo submarino Seabras-1. da Seaborn Networks, que liga os EUA e Brasil...


SISTEMA DE CABO SUBMARINO SEABRAS-1 DA SEABORN NETWORKS, QUE LIGA OS EUA E BRASIL, ESTÁ PRONTO PARA ENTRAR EM OPERAÇÃO
08/09/201709h00
Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envolvidas e não são produto jornalístico do UOL
BOSTON, 8 de setembro de 2017 /PRNewswire/ -- A Seaborn Networks, grande desenvolvedora, proprietária e operadora de sistemas de cabos submarinos de fibra óptica, anunciou hoje que seu sistema de cabo submarino Seabras-1 está pronto para entrar em operações. O Seabras-1 da Seaborn, que é um novo sistema de cabo submarino com seis pares de fibra, de 72Tbps, é o primeiro e único sistema ponta a ponta, direto, entre São Paulo (Brasil) e Nova York (EUA).
O Seabras-1 é uma propriedade conjunta da Seaborn Networks e Partners Group (gestora de investimentos em mercados privados globais, com US$ 66 bilhões em ativos sob administração) em favor de seus clientes. A Seaborn opera e mantém o Seabras-1 de seus escritórios nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo os centros próprios e dedicados de operações da rede em Nova Jersey e Massachusetts.
O Seabras-1 oferece uma rota de classe operadora mais rápida e mais confiável entre os centros comerciais do Brasil e dos EUA do que os sistemas concorrentes, com qualidade aperfeiçoada de serviço, uma arquitetura de rede mais resiliente e backhaul terrestre 100% subterrâneo no Brasil. A comprar diretamente da Seaborn, os clientes também se beneficiam da habilidade de se comunicar diretamente com a operadora proprietária do sistema, dos melhores turnarounds do setor em ativação de circuitos e de plataformas únicas de compra.
https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001580;ord=1507902120371
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A solução SeaSpeed™ patenteada da Seaborn para o segmento vertical financeiro irá iniciar o serviço no quarto trimestre de 2017. O SeaSpeed é a rota de menor latência entre as negociações de trading de Nova Jersey e São Paulo (B3/BM&FBovespa), com capacidade dedicada de B3 (SPA) em São Paulo a Carteret e progressivamente para sua escolha de pontos de presença em Nova York ou Nova Jersey.
Sobre Seaborn Networks

A Seaborn Networks é desenvolvedora, proprietária e operadora de sistemas de cabos submarinos de fibra óptica independentes, incluindo o Seabras-1 entre Nova York e São Paulo e o ARBR entre São Paulo e Buenos Aires. A Seaborn foi fundada por executivos bem-sucedidos nas áreas de cabos submarinos e de operadoras atacadistas, com experiência em projeto, construção e operação de muitas das maiores redes submarinas e terrestres do mundo.

 Para mais informações, visite www.seabornnetworks.com .
Contato com a imprensa: kate.wilson@seabornnetworks.com

Sistema de cabo submarino Seabras-1 da Seaborn Networks que liga os EUA e Brasil está pronto para entrar em operações PR Newswire Seaborn Networks 08/09/201709h00 Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envol... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/pr-newswire/2017/09/08/sistema-de-cabo-submarino-seabras-1-da-seaborn-networks-que-liga-os-eua-e-brasil-esta-pronto-para-entrar-em-operacoes.htm?cmpid=copiaecola
Sistema de cabo submarino Seabras-1 da Seaborn Networks que liga os EUA e Brasil está pronto para entrar em operações PR Newswire Seaborn Networks 08/09/201709h00 Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envol... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/pr-newswire/2017/09/08/sistema-de-cabo-submarino-seabras-1-da-seaborn-networks-que-liga-os-eua-e-brasil-esta-pronto-para-entrar-em-operacoes.htm?cmpid=copiaecola
Sistema de cabo submarino Seabras-1 da Seaborn Networks que liga os EUA e Brasil está pronto para entrar em operações PR Newswire Seaborn Networks 08/09/201709h00 Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envol... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/pr-newswire/2017/09/08/sistema-de-cabo-submarino-seabras-1-da-seaborn-networks-que-liga-os-eua-e-brasil-esta-pronto-para-entrar-em-operacoes.htm?cmpid=copiaecola
Sistema de cabo submarino Seabras-1 da Seaborn Networks que liga os EUA e Brasil está pronto para entrar em operações PR Newswire Seaborn Networks 08/09/201709h00 Os dados abaixo são de responsabilidade das empresas envol... - Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/pr-newswire/2017/09/08/sistema-de-cabo-submarino-seabras-1-da-seaborn-networks-que-liga-os-eua-e-brasil-esta-pronto-para-entrar-em-operacoes.htm?cmpid=copiaecola

Cabo submarino ligando brasil e africa começa a ser instalado

17/agosto/2017

A operadora de telecomunicações Angola Cables iniciou ontem a travessia do cabo submarino de fibra óptica South Atlantic Cable System (SACS). Ele parte da costa angolana, em Sangano, e é o primeiro do gênero a operar no Atlântico Sul. O cabo vai ligar a cidade de Fortaleza, no Ceará, com Luanda, a capital da Angola.
O cabo foi construído pela companhia japonesa NEC e tem 6 mil quilômetros de extensão. Ele levará cinco meses para ser instalado e, ao final do processo, vai oferecer uma capacidade de conexão de pelo menos 40 Tbps. Segundo a Angola Cables, a transmissão de dados entre o Brasil e Angola se dará em até 63 milissegundos.
“Durante dois meses fizemos o mapeamento completo do terreno onde o cabo será instalado no Atlântico Sul. Dessa forma, definimos o melhor caminho a ser percorrido, evitando possiveis rupturas que ele possa sofrer devido às movimentações rochosas do solo”, afirma o presidente global da Angola Cables.

Nova era nas telecomunicações globais

O executivo garante que a conclusão da instalação do SACS trará uma grande mudança nas telecomunicações globais, afinal o cabo submarino permitirá um aumento de cinco vezes na velocidade de transmissão de dados entre o continente americano e a África.
“Angola está cada vez mais próxima de se tornar um dos principais centros das telecomunicações da África subsaariana. Os cabos submarinos e Data Center irão criar novos caminhos para troca de informação e nos tornar parte dos grandes circuitos internacionais”, conclui o executivo.
Cupons de desconto TecMundo:

Eula link- sistema de cabo submarino q vai ligar Santos,Fortaleza a Port.Espanha

  • Estação em Praia Grande (SP) será instalada em um terreno na orla do bairro Mirim (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)
    Estação em Praia Grande (SP) será instalada em um terreno na orla do bairro Mirim (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)
    Até 2019, Brasil e Espanha estarão conectados por um cabo submarino de fibra óptica para tornar mais eficiente e segura a troca de dados entre a Europa e a América do Sul. O anúncio foi formalizado na última semana. No Brasil, a estação costeira do equipamento ficará em Praia Grande, no litoral de São Paulo.
    Segundo informações da Telebras, estatal ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o cabo terá 10,2 mil quilômetros de extensão e fará uma conexão em Fortaleza (CE). O investimento total calculado é de, aproximadamente, R$ 660 milhões (ou 212 milhões de dólares).
    Em um evento ocorrido em São Paulo, em abril, representantes dos dois países ressaltaram que o cabo vai facilitar e tornar mais rápida a troca de dados entre os continentes. Além disso, também vai possibilitar com que as informações tenham mais segurança ao serem processadas na rede.
    O cabo é chamado de EllaLink. Não por acaso, uma vez que é resultante da parceria entre a Telebras e a espanhola EulaLink. Segundo a gerente de planejamento, controle e inovação da estatal brasileira, Tatiana de Oliveira Costa, os estudos começaram há cinco anos, mas agora começam a ser concretizados.
    "O projeto passou por adaptações. Estamos na fase da captação de recursos, mas estamos certos de que as intervenções (obras) começam ainda em dezembro deste ano, a partir da estação de Praia Grande", informa. A previsão é que a implantação ocorra em até dois anos, com o sistema já operando. 

    Cabo de fibra óptica será aterrado na orla do bairro Mirim, em Praia Grande (SP) (Foto: Reprodução/Alcatel/Telebras)
    Em termos práticos, segundo Tatiana, são os usuários da internet é que vão ser beneficiados. "Certamente vão sentir uma diferença, uma vez que a maioria dos dados que saem do Brasil para Europa passam, atualmente, pelos Estados Unidos. A partir do EllaLink, a conexão será direta, sem nenhum intermediário", explica.
    A velocidade de transmissão prevista é de 72 terabits por segundo. A expectativa é que a estrutura, composta por um anel de fibra óptica blindado, também seja interligada, a partir de um novo investimento, ainda a ser planejado, ao arquipélago de Fernando de Noronha (PE), onde o acesso à internet é limitado.
    A princípio, o projeto prevê o lançamento do cabo óptico ao mar com instalação dos equipamentos de transmissão e a construção de estações terrestres. Na Europa, ele será aterrado na região de Sines e seguirá por terra até Lisboa, ambos em Portugal. A base final, porém, será em Madri, na Espanha.
    No Brasil, a estação final será em Barueri, na Grande São Paulo. "Em Praia Grande, já estamos com o terreno alugado e pronto para receber o cabo. Os estudos no mar também já foram realizados e o traçado marítimo já está definido", conta Tatiana. Um mapa ilustrativo foi divulgado pela empresa (abaixo).
    A Prefeitura de Praia Grande informou, por meio de nota, que a estação será no Bairro Mirim, entre as Ruas 1º de Janeiro e Álvaro dos Santos. Em razão das intervenções já previstas, a cidade receberá melhorias na infraestrutura urbana e da orla, na sinalização e também no sistema de drenagem.
    Traçado estabelecido pelos dois países vai interligar Praia Grande (SP) a Sines, em Portugal (Foto: Divulgação/Telebras) Traçado estabelecido pelos dois países vai interligar Praia Grande (SP) a Sines, em Portugal (Foto: Divulgação/Telebras)
    Traçado estabelecido pelos dois países vai interligar Praia Grande (SP) a Sines, em Portugal (Foto: Divulgação/Telebras)

    Google

    Em paralelo, a multinacional americana Google deve finalizar até o final deste ano a instalação de um outro cabo de fibra óptica entre São Paulo (RP) e Rio de Janeiro (RJ). No litoral paulista, a estação de aterragem da estrutura também será no mesmo local, em Praia Grande. O projeto é desenvolvido desde 2014.
    De acordo com o gerente de parcerias de desenvolvimento de infraestrutura de internet para a América Latina da companhia, Cristian Ramos, a estrutura tem aproximadamente 390 quilômetros de extensão. No outro extremo, a estação está instalada no Praia da Macumba, na capital fluminense.
    O objetivo, segundo Ramos, é o de suprir demanda e ampliar a infraestutura digital na América do Sul, possibilitando também a transmissão de dados mais eficiente e segura. "Mesmo em tempos de crise econômica, a demanda no Brasil por soluções digitais rápidas e confiáveis não para de crescer", disse, em nota.
    No primeiro semestre de 2016, os estudos para instalação do cabo na costa paulista foram barrados temporariamente pela Marinha do Brasil. Na ocasião, ausência de documentos por parte das empresas estrangeiras que compõe o projeto foram os impeditivos apontados pelos técnicos do Ministério da Defesa.
    Cabo Junior, do Google, vai interligar Praia Grande (SP) ao Rio de Janeiro (RJ) (Foto: Divulgação/Google) Cabo Junior, do Google, vai interligar Praia Grande (SP) ao Rio de Janeiro (RJ) (Foto: Divulgação/Google)
    Cabo Junior, do Google, vai interligar Praia Grande (SP) ao Rio de Janeiro (RJ) (Foto: Divulgação/Google)
    O Google, entretanto, afirmou que a instalação está em andamento e a previsão é de entregar o sistema até o final do segundo semestre. O cabo foi apelidado de Junior, em homenagem ao pintor e desenhista brasileiro José Ferraz de Almeida Júnior (1850-1899). O valor total investimento não foi informado.
    Ainda segundo a empresa, o Junior vai se interligar a outros dois cabos submarinos, ainda em estudo. Ao Norte, chamado de Monet e com 10 mil quilômetros de extensão, o ligará a Fortaleza (CE) e a Boca Ragon, na Flórida (EUA). Ao Sul, o Tannat, com 2 mil quilômetros, de Praia Grande a Maldonado, no Uruguai.
    De acordo com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, atualmente, oito cabos submarinos de dados interligam o Brasil a outros países. Sete desses equipamentos estão direcionados aos Estados Unidos e somente um, com capacidade inferior aos demais, para a Europa.
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    • Enzo Beraldo
      há 5 meses
      Ué,cabos submarino? Onde estão os tais satélites e mais satélites que os globalistas tanto se gabam?...kkkkkkkk
  • Robson Gomes
    há 5 meses
    Na Praia Grande é cilada, vão roubar esses cabos