terça-feira, 24 de julho de 2012
Dicas para cultivar orquídea em árvore
O cultivo de orquídeas em árvores é a forma de cultivo original, portanto dispensa sacos, substratos e outros acessórios, segundo a especialista Solange Menezes, presidente da Sociedade Orquidófila Cantareira (Socan). "O primeiro passo é escolher o tipo de árvore. São indicadas aquelas espécies que perde3m as folhas no inverno, têm cascas rugosas e firme e que estejam saudáveis", dia ela. "Utilize os galhos verticais e o tronco para plantar orquídeas leves, como as das espécies Oncidium e Dendrobium. Os galhos horizontais e mais grossos podem acomodar plantas mais robustas, como Laelias e Catleyas." já as orquídeas que fora touceiras, como Miltonias e Gomesas, devem ser fixadas nas forquilhas, recomenta. Deve-se retirar o substrato da planta e cortas as raízes velhas. Depois, acomoda-se a planta no tronco ou galho. "Se a planta estiver desidratada, junte um pouco de musgo (esfagno) por baixo da muda. O rizoma deve ficar bem jujnto ao tronto e os brotos devem ficar voltados para cima", ensina. A planta é então amarrada à árvore com um barbante (ou outro materia que se decomponha, como ráfia e tiras de meia de náilon) de maneira firme, mas sem apertar demais. "Em poucos meses a orquídea prende suas raízes no tronco e passa a tirar nutrientes da natureza, dispensando cuidados humanos." Mais, em www.socan.com.br
domingo, 8 de julho de 2012
tradutores humanos contra as máquinas
Tradutores humanos contra as máquinas
Nos Estados Unidos, empresa iniciante
quer ganhar dinheiro traduzindo a internet
24 de junho de 2012 | 3h 09
SOMINI SENGUPTA, THE NEW YORK TIMES - O Estado de S.Paulo
A linguagem não é uma coisa natural para as
máquinas. Ao contrário dos humanos, não é fácil para um computador fazer a distinção,
por exemplo, entre um banco de praça e um banco onde se deposita dinheiro.
Sátiras e piadas? Os algoritmos têm dificuldades com isso. Ironia? Jogo de
palavras? Contexto cultural? Esqueça.
Essa capacidade humana de decodificar as coisas é a
nova aposta de um cientista que se tornou empresário, Luis von Ahn. Sua empresa
iniciante, a Duolingo, que começou a funcionar oficialmente na terça-feira, se
propõe a colocar exércitos de aprendizes de línguas para trabalhar traduzindo
textos na internet.
Para os alunos, o que a Duolingo oferece são lições
básicas, seguidas de frases para traduzir, uma de cada vez, do mais simples ao
mais difícil. Para os provedores de conteúdo online que querem traduções, a
Duolingo oferece, pelo menos por enquanto, trabalho gratuito. Como ainda está
em seus primeiros dias, ainda não há avaliação de quão eficiente o serviço pode
ser.
Nos últimos cinco meses, o site esteve disponível
apenas por convite, e ainda é limitado às línguas inglesa, espanhola, francesa
e alemã. Pessoas e empresas podem enviar seu conteúdo para o Duolingo para ser
traduzido, um serviço que a empresa deve, em breve, começar a cobrar. Para
conseguir material para suas lições, o Duolingo pode também aproveitar textos
que não sejam protegidos por direitos autorais. Os usuários votam nas melhores
traduções, dando alguma medida de controle de qualidade.
"Você está aprendendo uma língua e, ao mesmo
tempo, ajudando a traduzir a web", diz Von Ahn. "Você aprende
fazendo."
O tradutor do Google, que depende inteiramente de
máquinas para fazer o trabalho, ao mesmo tempo em que normalmente consegue
captar a essência do texto, às vezes pode produzir passagens completamente
desconcertantes.
Para o Duolingo funcionar bem, porém, precisa de
uma grande quantidade de alunos. Quanto mais hábeis eles se tornam, maiores as
chances de traduções mais precisas. A empresa já levantou US$ 3,3 milhões em
investimento de capital de risco. O ator Ashton Kutcher está entre os
apoiadores, juntamente com a empresa Union Square Ventures e com o escritor de
livros de negócios Tim Ferris.
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