terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

battre le briquet

[ EXPRESSION ]
« Battre le briquet »

[ SIGNIFICATION ]
Heurter la pierre à briquet pour en tirer une étincelle.
Faire la cour à une femme.
Avoir des relations sexuelles.
Se cogner les jambes en marchant.

[ ORIGINE ]
Vous avez tous été enfants (enfin, je le suppose !) et avez presque tous probablement eu l'occasion d'apprendre et chanter "au clair de la lune", chanson enfantine par excellence.
Mais avez-vous remarqué que, sous ses dehors très sages, il s'agit en fait d'une chanson paillarde ? Certes, nettement moins explicite que "le père Dupanloup" (Lien externe) ou "allons à Messine" (Lien externe), mais...
Vous doutez ? Ah, homme de peu de foi ! Si je m'en vais pourtant vous le prouver juste après l'explication suivante, c'est simplement parce que notre expression est utilisée dans cette chanson.

Le premier sens de battre le briquet est parfaitement naturel. Avant les moyens modernes comme la piezoélectricité, le briquet ne pouvait qu'être équipé d'une pierre à briquet, pierre qu'il fallait battre ou gratter pour provoquer une étincelle susceptible d'allumer un feu.

Le second, qui date du XVIIIe siècle, est une métaphore qui découle du premier sens, puisqu'un homme qui fait sa cour et déclare ses sentiments ne peut "qu'enflammer" la jeune et naïve donzelle qui ne ne demande qu'à le croire, aussi facilement que l'étincelle du briquet allume l'amadou.

Et le troisième découle du second, puisqu'une fois que la donzelle est tombée dans les rets du beau parleur, le couple passe au lit pour y accomplir l'inévitable (mais néanmoins bien agréable) rituel d'accouplement.

Enfin, le dernier vient de la comparaison entre le cognement régulier des jambes pendant la marche avec la manière ancienne de battre le briquet, comme si les genoux ou les chevilles qui s'entrechoquent allaient provoquer une étincelle.

Venons-en maintenant à notre chanson « enfantine ».
Pour rappel, en voici le texte usuel (sachant que diverses variantes existent) :

Au clair de la lune, mon ami Pierrot
Prête-moi ta plume, pour écrire un mot.
Ma chandelle est morte, je n'ai plus de feu.
Ouvre-moi ta porte, pour l'amour de Dieu.

Au clair de la lune, Pierrot répondit :
- « Je n'ai pas de plume, je suis dans mon lit.
Va chez la voisine, je crois qu'elle y est
Car dans sa cuisine, on bat le briquet.  »

Au clair de la lune, l'aimable lubin
Frappe chez la brune, elle répond soudain
- « Qui frappe de la sorte ? », il dit à son tour
- « Ouvrez votre porte pour le Dieu d'Amour »

Au clair de la lune, on n'y voit qu'un peu
On chercha la plume, on chercha du feu
En cherchant d'la sorte je n'sais c'qu'on trouva
Mais je sais qu'la porte sur eux se ferma.

Il est très probable que, dans la version originale, on parlait de lume (la lumière nécessaire pour pouvoir voir quand la chandelle est éteinte) et non de plume, même si, pour écrire, il fallait bien une plume.

Mais, sachant que Lubin (troisième strophe), dans une ballade de Clément Marot au XVIe siècle, était le nom d'un moine dépravé, sachant qu'on évoque ici une « chandelle » dans un état désastreux, qu'il suffit d'aller chez la voisine qui bat volontiers le briquet pour s'enfermer avec elle et rallumer le feu et qu'à la fin, on feint d'ignorer ce qu'il se passe entre eux, croyez-vous toujours que cette chanson, si pleine de sous-entendus, est si innocente que ça ?

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

direto do celso ming

Thereza,
Produto primário não é o que é produzido com baixa tecnologia. É o produto pouco ou quase nada transformado. Para produzir uma tonelada de soja, vai hoje mais tecnologia do que para produzir aço: tecnologia genética, tecnologia de preparo do solo, tecnologia de acompanhamento do plantio; tecnologia de colheita e tudo o mais.
Abr/Celso

domingo, 19 de fevereiro de 2012

15/02/2012

Criatividade pode ser treinada

Redação do Diário da Saúde
Momentos eureca
Sempre haverá um aspecto qualitativo de imprevisibilidade e espontaneidade nos chamados "momentos eureca", que acompanham a criatividade e a invenção.
Mas essa possibilidade não está escrita nos genes, e pode ser treinada.
É o que garante o Dr. Anthony McCaffrey, da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA).
Segundo ele, apesar desses momentos eureca serem raros e exigirem a superação de desafios mentais formidáveis, as pessoas podem se preparar para eles com uma técnica de treinamento sistemático.
Hipótese das Características Obscuras
A técnica foi chamada por McCaffrey de Hipótese das Características Obscuras.
É, segundo ele, uma abordagem passo-a-passo para "superar os obstáculos cognitivos à invenção".
Segundo ele, a técnica de treinamento terá uma utilidade especial para engenheiros, sempre às voltas com a necessidade de resolver problemas práticos e criar novas soluções para problemas velhos.
Olhe com outros olhos
Depois de analisar 1.000 invenções antigas e 100 invenções modernas, o pesquisador concluiu que praticamente todas as soluções inovadoras seguiram dois passos.
A primeira é a observação de uma característica incomum, obscura, que quase ninguém presta atenção.
A segunda é desenvolver uma solução com base nessa característica.
Ou seja, ele reconfirma o velho ditado de que o que move o mundo não são as respostas, mas as perguntas.
Com essa hipótese, McCaffrey partiu para estudar aspectos da percepção e da cognição humanas que impedem que a maioria de nós veja essas características obscuras.
Fixação funcional
O obstáculo fundamental é a chamada "fixação funcional", que descreve o obstáculo mental que impede que a pessoa veja oportunidades onde só parece haver problemas.
As pessoas se incomodaram durante milênios com carrapichos na roupa, mas só uma olhou para o carrapicho como uma oportunidade para inventar o velcro, cita ele.
O cientista - que é psicólogo, filósofo e cientista da computação - afirma que sua técnica consiste em fazer com que as pessoas reinterpretem as informações que detêm sobre objetos conhecidos.
"O truque é desvendar as características que são relevantes para seus objetivos," afirma ele. Por exemplo, observar que a empunhadura de uma chave de fenda pode servir para bater em alguma coisa, funcionando como um martelo.
O resultado é um gráfico em formato de árvore que descreve as funções de cada parte individual do objeto que está sendo analisado.
Usando a técnica, um grupo de estudantes resolveu 67,4% mais problemas do que a turma que apenas quebrou a cabeça. E eles conseguiram ver a tal "característica obscura", necessária para resolver o problema, em 75% das vezes, contra apenas 27% da turma de controle.
O cientista afirma que esta é apenas a primeira técnica a ser desenvolvida a partir de sua Hipótese das Características Obscuras, e que mais virão com novas pesquisas.
Fonte:

Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br

URL:http://diariodasaude.com.br/news.php?article=treinar-a-criatividade&id=7439

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Decifre a pirâmide alimentar e monte a sua própria dieta

O gráfico esconde todos os segredos de um prato ideal, aprenda a interpretá-lo

Por Minha Vida - publicado em 12/08/2009
7

De uns tempos para cá, ficou mais difícil arranjar argumentos para explicar os quilinhos a mais ou o colesterol alto. Por que? Simples: preocupados com a qualidade da alimentação, os especialistas se reuniram e montaram um diagrama que contém todas informações necessárias para você montar refeições saudáveis. Trata-se da famosa pirâmide alimentar, desenvolvida pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos em 1992.

A ilustração, em formato triangular e separada por blocos, indica quais nutrientes devem ser priorizados na alimentação do dia-a-dia. Tudo de maneira bem simples e objetiva.

Segundo a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, a divisão dos grupos alimentares e de quais alimentos fazem parte de cada pedaço da pirâmide, é baseada em diversos fatores. A cultura, as preferências e o padrão alimentar da população são levados em consideração . É por este motivo que existem variações dessa ferramenta educativa.  
Observe a pirâmide
Exemplo disso são os guias alimentares formulados pelos países orientais. Na China e na Coréia, a imagem de um pagode (construção típica destes países) retrata as indicações de uma alimentação saudável , lembra a nutricionista. Ela conta ainda que, no Canadá, a ilustração é baseada em um arco-íris. Já nos países como Austrália, Alemanha, México e Portugal a representação circular entra em cena. 

Por trás das imagens

As mudanças realmente significativas não estão ligadas ao desenho da pirâmide, mas sim à quantidade ideal das porções de cada grupo, variada de acordo com os hábitos da população.

O Brasil também adota o formato da pirâmide, como nos Estados Unidos, mas o nosso diagrama tem alguns pontos diferentes. A norte-americana apresenta seis grupos alimentares. Já a nossa pirâmide está dividida em oito grupos: cereais, pães, tubérculos e raízes; hortaliças; frutas; leite e derivados; carnes e ovos; leguminosas; óleos e gorduras; açucares e doces , ressalta a especialista.

Entre os grupos a mais, encontram-se as leguminosas. O feijão tem papel marcante na alimentação cotidiana dos brasileiros. Por isso, as leguminosas aparecem desvinculadas do grupo das carnes e dos ovos , explica Roberta. A outra distinção fica por conta da separação dos açúcares e das gorduras essa, simplesmente, por uma questão organizacional.  
Grupo AlimentarPorções diáriasValor calórico de uma porção (calorias)
Cereais, pães, tubérculos, raízes5 a 9150
Hortaliças4 a 515
Frutas3 a 535
Leite e derivados3120
Carnes e ovos 1 a 2190
Leguminosas155
Óleos e gorduras1 a 273
Áçucares e doces1 a 2110

Entendendo a pirâmide

Os grupos que constroem a pirâmide foram agrupados a partir de suas características nutricionais e dividem-se em porções. Cada porção, por sua vez, tem um número de calorias determinado. Com as calorias da embalagem fica fácil calcular a quantidade necessária de cada alimento para formar uma porção, ensina Roberta. Confira a tabela 
Participantes da mesa brasileira, leite e pão têm grupos próprios

Cereais, pães, tubérculos e raízes formam a base da pirâmide e representam o grupo de maior destaque no cardápio diário. A nutricionista do Minha Vida mostra que eles devem ser consumidos em cinco a nove porções ao longo do dia. Cada porção apresenta 150 calorias.

Em segundo lugar no ranking, estão as hortaliças, distribuídas em quatro a cinco porções dentre as refeições e somando apenas 15 calorias por porção.

Logo em seguida, vêm as frutas, representadas por três a cinco porções, de 35 calorias cada. Já o leite e seus derivados não devem ultrapassar três porções, scada uma delas com 120 calorias. Carnes e ovos ficam entre uma e duas porções diárias, assim como os óleosas gorduras e os açúcares. Uma porção do grupo das carnes e dos ovos contém 190 calorias, enquanto os óleos e as gorduras apresentam 73. As leguminosas devem se limitar a apenas uma porção, com 55 calorias.

Minha pirâmide
Se o objetivo é emagrecer, manter ou, ainda, ganhar peso, não importa. A pirâmide pode servir de base para alcançar todas as metas. Independente do caso, a quantidade mínima de cada grupo deve ser ingerida , alerta a nutri sobre a única ressalva sobre o método.

Roberta só esclarece que, se a restrição calórica for grande, é possível excluir os grupos de gorduras ou açúcares da alimentação. Isso porque esses nutrientes são naturalmente consumidos e, isolados, não fornecem nutrientes importantes para o organismo.

Como exemplo, ela cita o açúcar. Trata-se de um alimento energético que pode ser excluído, já que o grupo dos cereais, pães, tubérculos e raízes também faz parte do mesmo grupo. No mais, basta seguir as orientações, de acordo com o seu plano. O primeiro passo é saber qual a sua necessidade calórica , diz a nutri.